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Portugal está nas bocas do mundo

O apetite pela “oportunidade Portugal” tem-se generalizado a vários setores da economia nacional

Portugal está na mira de investidores estrangeiros, apetite em muito alimentado pelas recentes e diversas conquistas internacionais e pelas medidas de promoção do nosso País. Todos os anos Portugal é palco de inúmeros eventos que contribuem para esta projeção internacional. Em 2016, Portugal recebeu, pela primeira vez, o Web Summit, uma das maiores conferências de tecnologia a nível mundial, que atraiu para Lisboa mais de 50 mil pessoas e, em 3 dias, captou para a economia nacional algo como 200 milhões de euros. Em 2017 já recebeu o Papa Francisco, já ganhou um festival da canção e já se prepara para acolher tantos outros eventos que nos colocarão, uma vez mais, na boca do mundo.

O apetite pela “oportunidade Portugal” tem-se generalizado a vários setores da economia nacional. Já não é só o Turismo que atrai ao nosso País capitais estrangeiros existindo um interesse diversificado e generalizado pela nossa economia. Esta realidade traduz-se ano após ano no crescimento da atividade de M&A. Olhando para os primeiros quatro meses do ano, ocorreram 95 transações*, das quais 35 com valores acumulados que excedem 8,4 mil milhões de Euros (aumento de 315% face ao período homólogo).

A confiança no nosso país está a crescer e é alimentada, de acordo com o EY’s Attractiveness Survey, pela estabilidade social e pelo nível de competências laborais que os investidores percecionam e os faz olhar para o nosso país como uma oportunidade de investimento com um prazo bem mais longo do que o dos eventos que o promovem.
Na EY vivemos este momento de projeção do país e de captação de interesse e de capitais estrangeiros diariamente. Somos recorrentemente abordados por investidores internacionais que procuram oportunidades em diversos sectores com o intuito de alargar a sua abrangência geográfica e participarem neste momento de prosperidade e crescimento económico que Portugal atravessa. Quer através da abertura de capital a novos acionistas, quer através de estratégias de “desinvestimento para (re)investir” no core, este é, sem dúvida, um período de excelência para as empresas portuguesas crescerem e se tornarem mais competitivas.

* Fonte: TTR

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